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Médicos da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia iniciam movimento paredista 19/10/2016

Os médicos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) que atuam  na Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (SCMG) reuniram-se, nesta terça-feira (18) em Assembleia Geral Extraordinária (AGEP), convocada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO), para discutir sobre os problemas enfrentados pela categoria naquela unidade de saúde.

 

A AGEP foi presidida pelo Secretário de Administração  do SIMEGO, Alexandre Meneghini e contou com a participação do Assessor Jurídico da entidade, Marun Kabalan.

 

Após ampla discussão foi retirada a seguinte pauta de reivindicações: quitação imediata dos honorários,  que se encontram em atraso desde agosto de 2016; regularização dos pagamentos das faturas correspondentes aos serviços prestados, de tal forma que o pagamento se dê até 72 horas após o repasse da verba pelo Ministério da Saúde; não retenção de honorários médicos sob o fundamento de que o prestador de serviços esteja em situação de inadimplência com tributos municipais, melhores condições de trabalho, bem como a disponibilização de todos os recursos mínimos necessários ao pleno e ético desempenho da Medicina, como insumos e medicamentos; incorporação da bonificação paga pelo Município de Goiânia na verba salarial dos médicos celetistas; realização do pagamento dos médicos celetistas até o 5º dia útil do mês subsequente ao trabalhado.

 

Um ofício com as reivindicações dos profissionais será encaminhado ao  Superintendente Geral da SCMG,  José Antônio Lobo,  ao Prefeito de Goiânia, Paulo Garcia e ao Secretário Municipal de Saúde, Fernando Machado.

 

A assembleia ficou aberta em caráter permanente e um novo encontro foi marcado para o dia 8 de novembro, quando os médicos da SCMG irão analisar a resposta dos gestores e decidir sobre rumos do movimento, podendo haver paralisação dos atendimentos, caso a pauta de reivindicação dos profissionais não seja atendida em sua integralidade.

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