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SIMEGO se reúne com superintendente de Gestão de Redes de Atenção à Saúde da SMS de Goiânia 13/07/2017

A presidente do SIMEGO, Pabline Marçal, e a secretária do Trabalho, Franscine Leão, se reuniram com o  superintendente de Gestão de Redes de Atenção à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, Adriano de Paula, na tarde desta quinta-feira (13), para tratar de diversas demandas relacionadas aos médicos lotados na SMS de Goiânia. O assessor jurídico do SIMEGO, Marun Kabalan, também participou do encontro.

 

Entre os principais assuntos discutidos podemos destacar: a retirada da gratificação de emergencista, o corte da produtividade da saúde, jornada de  trabalho, escalas médicas e realização de concurso público para provimento dos cargos de médicos da rede municipal.

 

Segundo Adriano de Paula  a portaria que criou a gratificação para os emergencistas foi revogada. “Até o final do mês será lançado um edital para Processo Seletivo de Contrato por Tempo Determinado (CTD), no qual os profissionais serão contratados via CLT, para as áreas ambulatorial, Programa de Saúde da Família e emergência. Nossa expectativa é suprir as vagas em pediatria para que possamos contar com dois pediatras em cada unidade de atendimento 24 horas. Além disso, realizaremos um Concurso Público no mês de janeiro de 2018”, garantiu.

 

O superintendente afirmou ainda que os problemas com o modelo de  comunicação das escalas médicas já está sendo corrigido e os profissionais serão notificados com 30 dias de antecedência para que possam se organizar. Com relação ao corte da produtividade de saúde será feita uma verificação dos motivos da retirada da gratificação e uma resposta oficial será enviada ao SIMEGO.

 

Pabline Marçal assegura que o SIMEGO  está empenhado em lutar pela valorização do profissional médico. “Temos visto um aviltamento da remuneração médica dia após dia. Aguardaremos a resposta da SMS e convocaremos uma Assembleia para que os colegas possam discutir o assunto. É preciso salientar que só obteremos êxito nas demandas encampadas se os médicos estiverem unidos e coesos”, finalizou.

 

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