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Amarelo contra o suicídio: FENAM e SIMEGO apoiam essa causa 08/09/2017

Neste mês inicia-se mais um ano da campanha: Setembro Amarelo. O objetivo é conscientizar a população sobre a prevenção do suicídio. O mês foi escolhido, porque 10 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O movimento, que é internacional, foi trazido para o Brasil, em 2014, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).  A Federação Nacional dos Médicos (FENAM) também apoia a campanha.

 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano em todo o mundo, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos, sendo que a cada três segundos uma pessoa atenta contra a própria vida. No Brasil, a cada dia, cerca de 30 pessoas se suicidam.

 

Apesar do crescimento dos casos, de acordo com a OMS, 90% dos casos podem ser prevenidos, desde que a pessoa busque ajuda e atenção de quem está à sua volta. Por isso, há campanhas como o Setembro Amarelo para reverter esse quadro informando e conscientizando a sociedade.

 

Para o primeiro secretário da FENAM, presidente da Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL) e diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, “a campanha Setembro Amarelo é de suma importância para toda a população, porque os dados são alarmantes”.

 

O médico acredita que é necessário um maior esclarecimento do tema na sociedade. “Estamos fazendo um trabalho muito grande para informar a população. A Campanha Setembro Amarelo foca nisso, orientar a população, fornecer informação correta para prevenir o suicídio. É um grande trabalho, mas estamos fazendo a nossa parte e contamos com toda a sociedade. Prevenir o suicídio é possível e precisamos fazer com que essa mensagem chegue a todo mundo”, relata. 

 

Ele afirma que cuidar da saúde mental é o caminho para diminuir os índices de suicídios. “Sabemos que quase 100% dos casos de suicídio estão relacionados com as doenças mentais, o transtorno por uso de substância psicoativa e os transtornos de humor equivalem a mais de 50% dos casos de suicídio. Se forem identificados a tempo e tratados corretamente podem ser prevenidos”, explica.

 

O médico pontua ainda alguns sinais que podem ser observados para evitar um possível suicídio: “mudança de comportamento, tentativa prévia de suicídio, sinal de desesperança, preocupação com testamentos, despedidas, entre outros. Os familiares e amigos precisam ficar atentos aos sinais”.

 

 

Centro de Valorização da Vida

Dentre as entidades e organização civil que trabalham para prevenir o suicídio pode-se destacar o CVV. “O trabalho do CVV é voluntário e não profissional. Somos voluntários acima de tudo com disponibilidade e boa vontade de ajudar a quem nos procura”, explica Carvalho.

 

Ele explica ainda que para fazer parte do CVV é preciso atender dois requisitos: ser maior de 18 anos e aprovado no curso gratuito de formação de voluntário ministrado pela própria entidade.  “Se você é uma pessoa preocupada com a outra pessoa e com o rumo da nossa sociedade, e tem disponibilidade para ajudar, estes são ótimos motivos para ser um voluntário do CVV”, conclui Carvalho.

 

Para entrar em contato com o CVV, clique aqui

 

Fonte: FENAM 

 

 
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