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Médicos residentes sofrem com desabastecimento de medicamentos e insumos na SCMG 20/06/2018
Os médicos residentes da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (SCMG) se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária Permanente (AGEP),  na noite da última terça-feira (19),  para discutir sobre os problemas enfrentados pela categoria com relação às péssimas condições de trabalho às quais estão sendo submetidos.  A AGEP foi convocada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) e ocorreu na sede da entidade. 
 
Estiveram presentes à reunião a presidente do SIMEGO, Pabline Marçal, a secretária Geral, Sheila Lustosa, o secretário Geral Adjunto, Paulo Francescantônio, o secretário de Comunicação e Imprensa, Rafael Martinez, o secretário de Assuntos Jurídicos, Wilder Alves,  a conselheira fiscal, Larissa Roriz e o assessor jurídico da entidade, Marun Kabalan. 
 
Os residentes de diversas especialidades, dentre elas Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Clínica Médica, Radiologia e Vascular, relataram fatos graves que preocuparam a diretoria do SIMEGO: a falta de medicamentos e insumos básicos são uma constante na rotina do hospital, fato que coloca em risco a vida dos pacientes que são atendidos naquela unidade de saúde. Está agendada para os próximos dias uma visita  técnica  da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) para analisar as condições de ensino dos médicos residentes da SCMG. 
 
O SIMEGO irá solicitar oficialmente uma vistoria do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) para que seja realizada uma auditoria com o objetivo de verificar as condições de atendimento aos pacientes e do trabalho dos médicos residentes.
 
Pabline Marçal demonstra preocupação com a situação. “Sabemos da grave crise financeira que assola  não só a SCMG, mas todo o sistema público de saúde. Contudo, não podemos ser coniventes com uma situação que coloca em risco a saúde dos pacientes. Além disso, a residência médica é uma fase da vida profissional do médico na qual ele precisa aprender. Como ensinar a prática de medicina de forma ética e  com qualidade em um local que não há medicamentos ou insumos para a realização de cirurgias ou prescrição no Pós-Operatório?”, questionou. 
 
Para Rafael Martinez  a situação ultrapassou todos os limites. “A situação da SCMG está caótica há algum tempo. Entretanto, o quadro se agravou muito. Se não houver uma mudança profunda nos próximos meses o programa de residência médica da SCMG deverá ser fechado e temos consciência que a unidade não conseguirá funcionar sem os residentes”, analisou. 
 
A próxima assembleia dos médicos residentes da SCMG está marcada para o dia 3 de julho.
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