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Médicos aceitam a proposta do Ipasgo para quitação das faturas  30/01/2019
A diretoria do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) se reuniu com os médicos filiados à entidade vinculados ao Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), na noite de ontem (29), para apresentar a proposta do presidente do órgão, Silvio Fernandes, para a quitação das faturas em atraso do ano de 2018, referentes aos honorários médicos. A reunião ocorreu na sede do sindicato. 

A diretoria do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) se reuniu com os médicos filiados à entidade vinculados ao Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), na noite de ontem (29), para apresentar a proposta do presidente do órgão, Silvio Fernandes, para a quitação das faturas em atraso do ano de 2018, referentes aos honorários médicos. A reunião ocorreu na sede do sindicato. 

 

Durante reunião com as entidades médicas na última sexta-feira (25),  o presidente do Ipasgo fez o compromisso de liquidar as faturas da competência outubro e o restante de setembro no dia 6 de fevereiro (tanto pessoas físicas, quanto pessoas jurídicas). Ele afirmou ainda que realizará estudos com as Secretárias da Fazenda e do Planejamento sobre o fluxo de entrada de recursos para que então seja realizado um novo acordo com as entidades médicas para  a quitação do mês de novembro de 2018 até o final de fevereiro. 

 

Após amplo debate, os médicos presentes deliberaram por dar um voto de confiança ao Ipasgo e aceitar o acordo. Contudo, solicitaram que o SIMEGO se reúna com  representantes  do instituto para iniciar negociações sobre outras demandas. O sindicato acatou o pedido e requisitará uma reunião com a direção do Ipasgo para os próximos dias. 

 

A presidente do SIMEGO, Pabline Marçal, espera que os pagamentos sejam regularizados rapidamente. "Os profissionais aceitaram a proposta do Ipasgo, mas vamos continuar atentos ao cumprimento do cronograma até a normalização do pagamento. Não podemos penalizar nem os usuários, nem os prestadores de serviço que já realizaram seu trabalho e agora precisam receber", afirmou. 

   

 

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