Tele-Atendimento:
(62) 3223-3943
E-mail:
contato@simego.org.br
Newsletter
Inscreva-se em nossa newsletter e fique por dentro de nossas novidades.

Audiência pública discute situação da pediatria na rede pública de saúde 29/04/2019

A presidente do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO), Franscine Leão, participou de uma audiência pública, na última sexta-feira ( 26), proposta pela vereadora Dra Cristina, para discutir sobre a “Falta de pediatras na rede pública de saúde”. O evento ocorreu no auditório Carlos Eurico da Câmara Municipal de Goiânia.


Estiveram presentes à audiência a presidente da Sociedade Goiana de Pediatria, Marise Cardoso Tófoli, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Edvaldo Bernardes, o presidente do Conselho Estadual de Saúde, Venerando Lemes de Jesus, a representante da Comissão de Direito Médico, Sanitário e Defesa da Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), Valéria Eunice e a 1ª Secretária-Geral do Sindicato dos Trabalhadores(as) do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde-GO), Luzinéia Vieira dos Santos. 


Um dos pontos de consenso entre todos os presentes, foi a necessidade da descentralização do atendimento pediátrico em Goiânia. Atualmente este atendimento só é realizado no Cais de Campinas. Após a intensa crise na rede pediátrica de Goiânia, ocorrida no último mês, a Secretaria Municipal de Saúde, anunciou a contratação de pediatras por meio de um Edital de Chamamento Público. Contudo, a adesão ao novo contrato tem sido muito baixa. 


Ao ser indagada sobre os possíveis motivos para a recusa dos profissionais pediatras em assumirem os postos de trabalho oferecidos pela SMS de Goiânia, Franscine Leão destacou a questão da responsabilidade do contratado em garantir a assistência ao paciente. “No referido contrato observamos, além da precarização do trabalho médico, pois o mesmo não oferece nenhum tipo de direito trabalhista, a responsabilização do médico por qualquer dolo ao paciente, ou seja, será culpa do médico qualquer complicação que ocorra na assistência, mesmo que seja por falta de material ou falta de estrutura, isso é inaceitável, não há como trabalhar desta forma”, analisou. 


Os questionamentos levantados durante a audiência serão levados ao conhecimento das autoridades competentes para que as medidas cabíveis sejam tomadas.

Compartilhe isso: