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Após decisão judicial, SIMEGO se reúne com INTS para cobrar a testagem de 100% dos colaboradores do Hugo - OS garante que acatará a decisão 13/05/2020

A presidente do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO), Franscine Leão e o conselheiro fiscal da entidade, André Braga,  se reuniram, na tarde desta quarta-feira (13), com a  diretora Geral do Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo), Dulcilene Xavier, com o diretor técnico, Eros de Sousa Junior e com o diretor administrativo da unidade, Wermerson Rodrigues, para discutir sobre a realização dos exames para o diagnóstico de Covid-19 nos profissionais que atuam no hospital. Estiveram presentes à reunião o gerente administrativo do SIMEGO e o assessor Jurídico da entidade, Marun Kabalan. 
 
 
 
Na última segunda-feira o juiz Wanderley Rodrigues da Silva, da 9ª Vara do Trabalho de Goiânia, acolheu o pedido do sindicato e determinou que o Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), organização social responsável pela gestão Hugo, realizasse exames em todos os profissionais vinculados à unidade.
 
 
 
O SIMEGO agiu após o afastamento de cerca de 160 profissionais do Hugo por testarem positivo para a Covid-19 ou apresentarem suspeita da doença. Os trabalhadores afastados somente na unidade representam 60,6% de todos os casos nos hospitais da rede estadual de saúde de Goiás, que contabilizavam um total de 264 afastamentos, até a semana passada.
 
 
 
A direção da unidade de saúde garantiu que acatará a decisão judicial e informou que iniciou o processo de testagem e que pretende finalizar a realização dos exames até a próxima terça-feira.
 
 
Franscine Leão reiterou a importância de se estabelecer uma rotina de testes para os colaboradores do Hugo. "Nós reafirmamos aos gestores a necessidade da testagem de todos os profissionais. Não podemos aceitar que os colegas sejam colocados em risco. Além disso, é preocupante que o hospital tenha se tornado o epicentro da Covid-19 em Goiânia. Afinal, diversos profissionais que ali atuam também possuem vínculos em outros hospitais e se contaminados podem se tornar vetores da doença. O sindicato continuará vigilante quanto a esta questão", finalizou.
 
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