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SIMEGO se reúne com Cremego e SMS de Goiânia para discutir sobre as unidades de Urgência da capital 11/12/2020

Os médicos que atuam nas unidades de Urgência de Goiânia há tempos sofrem com a falta de condições de trabalho. Com a pandemia da covid-19 a situação se agravou. Com o objetivo de sanar o problema, o Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) fez uma denúncia junto ao Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) e solicitou a fiscalização das unidades de saúde. Durante reunião em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia, na tarde desta sexta-feira (11), o conselheiro e diretor de Fiscalização, Antônio Carlos de Oliveira e Ribeiro e o médico fiscal, Fabiano Sousa, apresentaram um relatório apontando as irregularidades encontradas nas unidades de saúde, baseadas nas resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM). A documentação será enviada de forma oficial para o SIMEGO e também para a SMS de Goiânia.

 

Estavam presentes representando o sindicato a presidente da entidade classista, Franscine Leão, o secretário de assuntos jurídicos, Cláudio Tavares Sousa e o secretário de assuntos jurídicos adjunto, Bruno Borges Valente. Pela SMS de Goiânia participaram o superintendente de Gestão de Redes e Atenção à Saúde, André Braga, o gerente da Gerência de Urgências é Emergência, Robson e a diretora da Diretoria de Assistência à Saúde, Jaqueline Josefa da Silva Leão.

 

Para a presidente do SIMEGO boa parte das falhas encontradas pela fiscalização do Cremego são de fácil resolução. “Muitas vezes observamos que as demandas muitas vezes são coisas simples de se resolver, às vezes há uma falta de um simples aparelho, uma medicação de baixo custo, mas não há resposta por parte da SMS”, pontuou.

 

Outro ponto bastante discutido foi a questão da escala nas unidades de emergência e a necessidade que o diretor técnico das unidades seja médico. Franscine Leão destaca que mesmo com o aumento do valor do contrato de credenciamento, as vagas não estão sendo preenchidas. “Como o corpo clínico é insuficiente, os profissionais são constantemente remanejados para cobrir os buracos na escala. Não houve avanço na estratificação das escalas, prejudicando o atendimento à população. Precisamos solucionar este problema urgentemente”, finalizou.

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