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SIMEGO realiza Ronda Sindical em Caldas Novas 26/07/2021

Na manhã da última sexta-feira (23), o SIMEGO realizou uma ronda sindical na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Celina Palmerston, em Caldas Novas, e foram recepcionados pela diretora geral da instituição, Lívia Araújo. O objetivo da visita foi verificar denúncias sobre o repouso médico, realização de exame de corpo de delito por médicos assistentes e outras condições de trabalho.

 

Após a ronda, a equipe do SIMEGO, composta pela presidente Franscine Leão, pelo diretor-presidente da Regional Caldas Novas, Joaquim Guilherme Filho, e pelo assessor jurídico Marun Kalaban, se reuniram com a diretora do Departamento Jurídico da Secretaria Municipal de Saúde do município, Vanessa Fernandes e Silva Peris, para debater sobre as demandas citadas.

 

O Sindicato esclareceu que o exame de corpo de delito deve ser feito por médicos peritos. Em caso de ausência dos especialistas, é preciso seguir a legislação pertinente.

 

Na quarta-feira (21), o SIMEGO também se reuniu com representantes da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas (ABMLPM), da Associação Médica de Goiás (AMG) e do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) para tratar sobre esse assunto. Ficou decidido que será confeccionado um documento para apresentar o fluxo de realização do exame, bem como buscar definir de quem é a competência para a realização do exame de corpo de delito.

 

Joaquim Guilherme salientou a importância da luta pelos direitos da categoria.”Estamos enfrentando diversos problemas aqui em Caldas relacionados às condições de trabalho na UPA. Iniciamos um diálogo com a gestão e esperamos encontrar uma solução rapidamente”, disse o diretor-presidente da regional do SIMEGO em Caldas Novas.

 

Para a presidente do SIMEGO, é preciso resguardar os profissionais médicos que estão na assistência da UPA Celina Palmerston. “Precisamos definir de uma vez por todas de quem é a competência para a realização do exame de corpo de delito. Alguns colegas estão sendo compelidos a realizar o procedimento mesmo com a existência de uma regional do Instituto Médico Legal. Além disso, fizemos reivindicações para a melhoria das condições de trabalho dos profissionais”, afirmou Franscine Leão.

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