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SIMEGO apresenta reivindicações dos médicos do Hemu para direção da unidade 17/03/2022

A Secretária Geral do SIMEGO, Sheila Ferro e o Secretário de Trabalho, Robson Azevedo, participaram de uma reunião, nesta quarta-feira (16), com a Diretora Geral, Laryssa Santa Cruz, e com a Diretora Técnica, Cristiane Carvalho,  do Hospital Estadual da Mulher  (HEMU), antigo Materno Infantil, para apresentar a pauta de reivindicações dos médicos que atuam na unidade de saúde, retirada na última Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada no dia 14 de março. Estiveram presentes ainda a advogada da unidade de saúde, Maria Carla Baeta Vieira Lopes, o assessor jurídico do SIMEGO, Marun Kabalan, o gerente administrativo da entidade, Ismael Sousa e a auxiliar jurídica do sindicato, Isabella Oliveira. 

 

Dentre as diversas pautas apresentadas podemos destacar: Melhoria nas condições de trabalho com o aumento do número de profissionais médicos por plantão, uma melhor regulação dos pacientes que são atendidos na unidade de saúde, mudanças na estrutura física do pré-parto com adequação, bem como melhoria do Centro Cirúrgico, com equipamentos necessários para um parto mais humanizado e com mais rapidez no atendimento trazendo mais segurança para os pacientes e a celebração de um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). 

 

Cristiane Carvalho afirmou que toda a gestão do HEMU está trabalhando para oferecer as condições adequadas para os profissionais. “Nunca deixamos os plantões descobertos, nosso objetivo é que todo o Corpo Clínico possa trabalhar com qualidade e estando satisfeitos. A grande dificuldade do HEMU sempre foi a estrutura física, mas estamos buscando melhorar com a realização de uma reforma”, pontuou. 

 

Segundo Laryssa Santa Cruz, todas as pautas apresentadas serão analisadas com atenção. “Nós vamos responder pontualmente a todos os pontos apontados pelos profissionais para tentarmos chegar a um denominador comum que fique a contento de todas as partes”, afiançou. 

 

Para a Secretária Geral do SIMEGO, a abertura desse canal de negociação é muito importante. “Estamos há muitos meses tentando um diálogo com a gestão do HEMU e também do IGH, a Organização Social que gere o hospital. A situação dos médicos que ali atuam é muito grave, eles estão chegando ao limite. Precisamos valorizar os profissionais e assim garantir uma assistência de qualidade para a população”, finalizou.

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