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Luta pela manutenção de direitos trabalhistas

Sindicatos se unem na luta pela manutenção de direitos trabalhistas

O presidente do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO), Rafael Cardoso Martinez, participou de uma reunião na tarde de quarta-feira (18) na sede do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde (Sindsaúde/GO), a convite da presidente da entidade, Flaviana Alves, para discutir sobre os direitos trabalhistas dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia. Também estiveram presentes ao encontro representantes do Sindicato dos Enfermeiros (Sieg) e do Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de Goiás (Sinfar-GO).

O SIMEGO convocará uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a próxima terça-feira (24) com o objetivo de discutir com os médicos lotados na SMS de Goiânia sobre possível paralisação caso o pleito da categoria não seja atendido. Martinez salienta que é preciso fazer modificações no projeto da data-base. “O projeto enviado para a Câmara Municipal não contempla o pagamento da data-base do ano 2014 com a retroatividade. Não podemos aceitar tal situação, sugerimos até mesmo o parcelamento, mas nosso pedido não foi acatado” afirmou.

Direitos trabalhistas – Durante a reunião entre as entidades sindicais foram discutidas diversas ações com o intuito de preservar os direitos trabalhistas dos trabalhadores da saúde pública municipal. Na oportunidade ficou definido que os sindicatos - SIMEGO, Sindsaúde, Soego (Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás, Sinfar, Sieg, Sineg (Sindicato dos Nutricionistas no Estado de Goiás), Sinpego (Sindicato dos Psicólogos do Estado de Goiás) - se unirão para a realização da campanha “Nenhum direito a menos”.

Entre as principais reivindicações estão o pagamento da data-base retroativa; cumprimento do Plano de Carreiras, Cargos e Vencimentos (PCCV); auxílio movimentação; abono especial; vale alimentação; da insalubridade, além de melhorias nas condições de trabalho.

Martinez considera que o momento exige união de todas as categorias da saúde para a manutenção dos direitos trabalhistas dos servidores da área da saúde da Prefeitura de Goiânia. “Há muito tempo estamos tentando negociar com o gestor municipal. Entretanto, o que percebemos são apenas manobras protelatórias por parte da administração. No caso do pagamento da data-base não estamos pedindo aumento salarial, neste momento nossa luta é para que os direitos trabalhistas da categoria sejam cumpridos na forma da lei e que nenhum outro direito já conquistado seja retirado pela administração municipal”, analisa.

Com o objetivo de sensibilizar o gestor e explicar para a população sobre o movimento dos servidores públicos municipais serão confeccionados banners, adesivos, cartazes e outdoors que serão divulgados em toda a capital.