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Médicos do HMDI deflagram movimento paredista - 10/02/2017

Os médicos que prestam serviço em Saúde Suplementar (Planos de Saúde, Seguros Saúde, Caixas Fechadas de Assistência, etc), se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), convocada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO),  nesta terça-feira (21) para discutirem  sobre  as demandas da categoria. 

 

 Entre os principais pontos de pauta debatidos podemos destacar: honorários médicos, índice de reajuste/recomposição de perdas inflacionárias e a criação da Comissão Estadual de Honorários Médicos em Goiás (CEHM-GO). 

 

    Após ampla discussão, os profissionais aprovaram a constituição da comissão que terá como representantes do SIMEGO, o presidente, Rafael Cardoso Martinez, e o secretário de Administração Alexandre Meneghini. O Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) será representado pelo presidente, Leonardo Reis e pelo conselheiro Salomão Rodrigues Filho, que ficará responsável pela coordenação da Comissão.  A Associação Médica de Goiás (AMG) contará com o diretor do Departamento de Convênios,  André Luiz Braga das Dores,  e  com o delegado efetivo, Paulo Roberto Cunha Vêncio. A Academia Goiana de Medicina será representada pelo presidente, Vardeli  de Moraes, e por Lindomar  Guimarães.  

 

Na oportunidade Salomão Rodrigue Filho explanou sobre a preocupação das entidades médicas com os contratos  firmados entre médios e operadoras de planos de  assistência à saúde. “Nós orientamos os médicos a não assinarem contratos que não contemplem a cláusula de livre negociação entre as partes ou que proponham fracionamento do índice a ser aplicado no reajuste de honorários”, ressaltou.

 

Para o presidente do SIMEGO é preciso mobilização para conquistar a atualização dos valores dos procedimentos médicos em 2017. “Conclamamos a todos os médicos  goianos que atuam na Saúde Suplementar para que juntos busquemos a valorização do trabalho médico. A comissão vai negociar diretamente com os planos e operadoras de assistência em saúde para que os contratos assinados pelos médicos não os prejudiquem no futuro”, analisou Martinez.